builderall


Visão geral da nova lei


A Lei nº 15.371/2026 ampliou gradualmente a licença?paternidade no Brasil de 5 para até 20 dias, com implementação escalonada até 2029. Além disso, criou o salário?paternidade como benefício previdenciário, garantindo renda durante o afastamento também para quem não tem vínculo formal de emprego.


Um dos pontos centrais da mudança é a inclusão de microempreendedores individuais (MEIs), autônomos, empregados domésticos, trabalhadores avulsos e segurados especiais do INSS entre os beneficiários da licença e do novo benefício. Na prática, pais que contribuem como segurados do Regime Geral de Previdência Social passam a ter proteção semelhante à das mães em relação ao período de afastamento após nascimento, adoção ou guarda para fins de adoção.


Atenção imediata: Se você é MEI, autônomo ou empregador doméstico, entre em contato com o Teixeira e Viana Advogados para verificar se sua forma de contribuição hoje já garante acesso à nova licença?paternidade e ao salário?paternidade.


Como funciona a ampliação do prazo da licença


A lei estabelece uma regra de transição, aumentando o tempo de afastamento de forma gradual até chegar aos 20 dias. O cronograma divulgado em diferentes análises técnicas e notícias especializadas é o seguinte:



Durante esse período, o pai terá direito ao afastamento em casos de nascimento, adoção ou guarda para fins de adoção, com proteção ao vínculo e à renda. Para trabalhadores formais em regime CLT, a empresa continua pagando o salário durante o afastamento e é reembolsada pelo INSS, tal como já ocorre com o salário?maternidade.


Planejamento de equipe: Pequenos empregadores e MEIs que têm funcionário precisam se planejar para essas ausências programadas. O Teixeira e Viana Advogados pode ajudar a alinhar escala, contrato e documentação para evitar passivos trabalhistas.


Salário?paternidade: o novo benefício previdenciário


A grande inovação da lei foi criar o salário?paternidade como benefício do Regime Geral de Previdência Social. Esse benefício funciona de forma semelhante ao salário?maternidade: garante uma renda ao segurado durante o período de afastamento, custeada pela Previdência Social.


O valor do benefício varia conforme a categoria do trabalhador:


Para MEIs e autônomos, o ponto-chave é que o benefício só será devido a quem é segurado da Previdência e mantém contribuições regulares. Quem atua de forma informal, sem contribuição, não terá acesso ao salário?paternidade, mesmo com a nova lei.


Regularização previdenciária: Se você atua como autônomo e ainda não contribui para o INSS, ou está com contribuições em atraso, procure o Teixeira e Viana Advogados para avaliar a melhor forma de regularizar e garantir o futuro direito ao salário?paternidade.


Quem passa a ter direito: foco em MEIs e autônomos


Antes da nova lei, autônomos e MEIs não tinham acesso prático à licença?paternidade como benefício previdenciário; a proteção se concentrava em trabalhadores com carteira assinada. Com a Lei nº 15.371/2026, a cobertura passa a alcançar:



Em todos esses casos, é indispensável que o pai seja segurado da Previdência Social e cumpra os requisitos mínimos de carência que vierem a ser regulamentados, tal como já ocorre com o salário?maternidade. Notícias especializadas vêm reforçando que o novo modelo busca equiparar a proteção à maternidade e reconhecer a paternidade como evento coberto pela Previdência, inclusive para quem trabalha por conta própria.


Diagnóstico de enquadramento: MEI, autônomo ou segurado especial que pretende ter filhos nos próximos anos deve revisar seu enquadramento e contribuições com apoio jurídico. O Teixeira e Viana Advogados está à disposição para fazer esse diagnóstico de forma individualizada.



O que MEIs e autônomos devem fazer na prática


Embora a regulamentação de detalhes operacionais ainda dependa de normas infralegais e ajustes nos sistemas do INSS, já é possível indicar alguns passos prudenciais para MEIs e autônomos:


  1. Verificar se está inscrito como segurado do INSS
  2. Confirme se há inscrição ativa no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e qual o tipo de contribuição vem sendo feita (MEI, contribuinte individual etc.).
  3. Regularizar contribuições em atraso
  4. Quem deixou de recolher por alguns meses ou anos pode ter lacunas na carência, o que pode impedir o recebimento do salário?paternidade no futuro. A regularização pode envolver cálculo de guias e, em alguns casos, discussão sobre possibilidade de indenização de períodos pretéritos.
  5. Guardar documentação comprobatória
  6. Certidão de nascimento, termo de guarda ou adoção, além de documentos de identificação do pai e do filho, serão essenciais para requerer o benefício, tal como já ocorre com o salário?maternidade.
  7. Planejar o afastamento das atividades
  8. Para MEIs e autônomos, o afastamento implica parar a atividade por alguns dias, o que exige organização de agenda, avisos a clientes e, quando houver, substitutos temporários.
  9. Acompanhar a regulamentação e os canais de pedido
  10. A tendência é que o salário?paternidade seja requerido por canais do INSS, como o Meu INSS e agências, nos moldes do salário?maternidade, mas detalhes dependem de normas complementares.
Passo a passo personalizado: Cada situação é diferente: há pais com múltiplas fontes de renda, períodos sem contribuição, vínculos formais e atividade como MEI ao mesmo tempo. O Teixeira e Viana Advogados pode montar um passo a passo sob medida para o seu caso.


Impactos para pequenos empregadores e para o caixa do negócio


Para o MEI que tem um único empregado, a lei causa dúvidas sobre a ausência do funcionário e quem arca com o custo. O desenho aprovado indica que o salário?paternidade será pago diretamente pela Previdência Social nesses casos, não exigindo que o empreendedor antecipe o valor.

Isso reduz o impacto financeiro direto sobre o caixa do negócio, mas não elimina o efeito operacional da ausência. O afastamento de 10, 15 ou 20 dias do único empregado pode exigir:



Gestão de risco trabalhista: O escritório Teixeira e Viana Advogados pode auxiliar na elaboração de contratos, políticas internas e orientações para que MEIs e pequenos empregadores cumpram a lei sem criar passivos trabalhistas desnecessários.


Atenção a situações que podem excluir o direito


Algumas análises sobre a nova lei já apontam hipóteses em que o segurado pode perder o direito à licença?paternidade ou ao salário?paternidade, como casos de violência doméstica, abandono material do filho ou exercício de outra atividade remunerada durante o período de afastamento. Esses pontos reforçam que a proteção previdenciária vem acompanhada de deveres e da observância do melhor interesse da criança.

Para MEIs e autônomos, é especialmente importante evitar a prática de faturar normalmente durante o período em que se declara afastado para receber o benefício, pois isso pode caracterizar fraude. O acompanhamento jurídico ajuda a definir limites seguros do que é ou não permitido nesse intervalo de licença.


Consulta preventiva: Em caso de dúvida sobre se determinada conduta pode comprometer o direito à licença?paternidade, o ideal é consultar o Teixeira e Viana Advogados antes de tomar qualquer decisão.


Conclusão: necessidade de atenção redobrada


A ampliação da licença?paternidade e a criação do salário?paternidade representam um avanço relevante na proteção social dos pais, especialmente para MEIs, autônomos, domésticos e segurados especiais que antes ficavam à margem desse tipo de benefício. Porém, o acesso efetivo a esse direito depende de atenção a detalhes como contribuições em dia, documentação correta e respeito às regras de afastamento.

Para escritórios especializados em direito trabalhista e previdenciário, como o Teixeira e Viana Advogados, o momento é de orientar clientes sobre planejamento previdenciário, ajustes contratuais e adequação das rotinas de trabalho às novas regras. Uma leitura descuidada da lei pode levar a frustrações, indeferimentos de benefícios e, em casos mais graves, questionamentos por parte da fiscalização.



Fale com o escritório: Se você é MEI, autônomo, empregador doméstico, segurado especial ou trabalhador preocupado em entender como a nova licença?paternidade impacta a sua realidade, o Teixeira e Viana Advogados está à disposição para esclarecer dúvidas, revisar contribuições e estruturar o melhor caminho para garantir seus direitos com segurança jurídica.